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PSG e Messi estão "à beira do divórcio", afirma jornal francês

Craque argentino não deve continuar no clube francês, a não ser que aceite redução salarial, de acordo com informações do "L'Équipe"

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Divulgação

O jornal francês "L'Équipe" noticiou na noite desta segunda-feira que o atacante Lionel Messi não deve continuar no Paris Saint-Germain. A permanência dele por mais uma temporada, opção que estava previsto em sua chegada em 2021, depende de acordo de redução salarial.

Segundo o "L'Équipe", tanto o pai do craque, Jorge Messi, quanto o presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi, haviam acordado durante a Copa do Mundo que o atacante permaneceria no clube por mais um ano.

Mas não haviam entrado em detalhes sobre pagamento ou tempo de duração do próximo vínculo — o contrato se encerra agora no dia 30 de junho deste ano.

Ainda de acordo com a apuração do jornal francês, ambos os lados tentaram chegar a uma solução para a negociação, mas a mesma foi ficando cada vez mais difícil.

Messi veria com grande interesse a possibilidade de voltar ao Barcelona. O vice-presidente esportivo do clube, Rafael Yuste, afirmou que há conversas com representantes do jogador sobre essa chance.

O "L'Équipe" afirma que o Barcelona ainda não fez proposta oficial para Messi. A única oferta até o momento seria de renovação com o PSG.

O Paris Saint-Germain, por sua vez, precisa reduzir a sua folha salarial para atender as exigências do Fair Play Financeiro da Uefa. Como o clube pretende fazer contratações na próxima janela de transferências, no meio do ano, a renegociação de salários se tornou preponderante.

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